Friday, 21 February 2014
The world is changing...
And though many people can only see the bad changes, how about I show you some good ones? I have recently seen these videos and I loved them, loved the messages and the spirit. We need more people like them. We need to be like that too. Do you agree with me?
Wednesday, 19 February 2014
Desahogo de una fan
Yo empeze a seguir a Danna en 2005, ella fue un poco la salvación para una fase mala que estaba pasando. Vi una novela, busqué info y no sé bien como, entré en los antiguos foros de Telemundo. Ahí conoci a más gente que la admiraba como yo, gente que lo único que queria era ver sus trabajos, ver una foto o un video que salia en revista o televisión. Danna ni sabia que existíamos pero tampoco nos importaba porque allí estábamos para comentar sus proyectos. Tuvimos después de ir a otro foro ya que nos cerraron el de Telemundo y algunos se quedaron por el camino y otros vinieron. En su foro, en el de su página, Danna entraba máximo 2 veces al año y otra vez no nos importaba. Ya teníamos youtube y facebook así que era ya un poco más fácil compartir sus trabajos. Veíamos Corazón Partido, La Traición y la comentábamos entre nosotros. Ahí sí era un trabajo de equipo porque alguién de USA la grababa, la ponia en el foro y me enviaba screens de la novela para que los pusiera. Siempre andaba buscando fotos para que tuvieramos siempre algo nuevo. No me identifico con esta nueva era de ser fan. Me rehuso a ser esa clase de fans. He creado el club de fans, el más antiguo que existe de Danna. Ahí todo, o casi todo lo que me llegaba, yo lo compartía. Sigo con el pensamiento anterior, en donde a mí, en este momento, es seguir el trabajo de Danna y si posible saber que ella es feliz. Me choca, me molesta y me hace decir y hacer cosas tontas cuando veo que a cada minuto hacen clubs de fans solo porque saben que así Danna los seguirá. O los que ponen cosas unica y exclusivamente para que Danna les diga algo. Sigo a algunos actores, puedo decir que sigo su carrera y muy raramente les hablo o, en twitter, los tageo. No estoy para buscar un gracias forzado o una palabra obligada porque reclamo todo el tiempo. Veo novelas y comentolas y raramente pongo el nombre del actor. Yo sigo la carrera, no me importa si ese actor me habla o no. Es por eso que, como presidenta de un club de fans, tengo que decir que no me identifico em nada con esta nueva onda de fans. No me gusta esta nueva fase y me chocan los fans que, para todo, tagean al artista. Lo siento, pero si de verdad eres fan, te concentras en la carrera, no que Danna te hable, o que te diga que lindo está no se que cosa. Un club de fans deberia ser un apoyo al artista, no un centro de egoismo. No piensen que también no quiero su cariño, sus palabras. Es logico que las quiero pero no forzadas, no porque le lleno su timeline con cosas o con reclamos. El DannitaFC fue el unico club de fans que hizo una cuenta de twitter antes de que Danna lo usara. Creo que con eso se dice todo no? Sin embargo, somos posiblemente el que tiene menos menciones por parte de ella ( y aqui está el reclamo que tanto critico). Pero bueno, esto es solo un desahogo de alguién que admira a la actriz y la seguirá apoyando. Sentía que tenia de decir esto, aunque no cambie nada... Pero al menos yo me siento mejor, porque finalmente yo desahogué.
Friday, 31 January 2014
About time
Final monologue
"The truth is I now don't travel back at all, not even for the day. I just try to live every day as if I deliberately came back to this one day, to enjoy it as if it was the full final day of my extraordinary, ordinary life. We're all traveling through the time together every day of our lifes. All we can do is to do our best to relish this remarkable ride."
"The truth is I now don't travel back at all, not even for the day. I just try to live every day as if I deliberately came back to this one day, to enjoy it as if it was the full final day of my extraordinary, ordinary life. We're all traveling through the time together every day of our lifes. All we can do is to do our best to relish this remarkable ride."
Friday, 17 January 2014
Doença da saudade
http://p3.publico.pt/node/9775
"Sofro da doença da saudade…" — ouvi há tempos de uma
senhora de 86 anos. Tentei explicar-lhe que a saudade não era uma
doença, mas depois da sua explicação, acabei por concordar com ela.
"Tenho saudades do tempo em que podia fazer tudo sozinha, em que sabia fazer tudo sozinha. Sobretudo, tenho saudades do tempo em que nunca estava sozinha. É uma doença que afecta principalmente as pessoas da minha idade. Tem cura, mas deve ser cara, porque ainda ninguém se curou dela! A viuvez é um dos sintomas, assim como o partir dos filhos para a cidade.
Os filhos por lá têm os netos e para cá pouco os trazem. Os que (ao contrário de mim) estão perto, ainda os ajudam a criar, mas depois a dor dobra. Perdem-se os filhos e os filhos dos filhos, que são nossos filhos a dobrar.
Vai-se piorando quando nos apercebemos de que eles só voltam no Natal e nos anos. E quando já se fizeram muitos (anos), nós deixamos de os contar e eles de se lembrar que os fizemos.
Depois, outras doenças, como a crise, entram na nossa casa e acabam por se alojar no nosso corpo.
O problema da crise é que ela entra em conflito com a medicação que até lá tomávamos e somos obrigados a parar. Ao parar os medicamentos, nós paramos.
Eu deixei de ir ver a Emília, que mora a duas casas da minha, que as pernas desistiram de se arrastar. Deixei de ver o Goucha e a Cristina, que a visão turvou. Deixei de me baixar para alimentar o bichano, que o chão fugia-me. Percebi, nessa altura, que a saudade atingira o seu pico.
Desde então, agarro-me às fotografias. Sei que pioram o meu estado, mas gosto de me lembrar de quem fui e do que tive. Não para quantificar o que perdi, mas para valorizar o que a vida me deu até aqui.
E estamos quase Natal, menina! O Natal está para a saudade como Agosto está para a crise. Acalmamos algo que vai voltar com mais força, quando já não temos forças para uma recaída. Triste é saber que, no final, vamos resistir a essa recaída e, ao resistir-lhe, resistimos mais um ano.
No meu caso, vou enganando a doença com mezinhas. Às vezes aparecem uns senhores de uma associação da terra cá em casa. Perguntam-me como estou, esperam para ouvir a resposta e sinto-me logo melhor. Mas à noite, à noite fico sozinha e a alma dói-me. O corpo não me preocupa. Escorre-me uma água salgada pelos olhos e isso, menina, isso já não me dói!"
Concordei. A saudade é uma doença dos nossos dias.
Doença da saudade
"Sofro da doença da saudade…" — ouvi há tempos de uma senhora de 86 anos. Tentei explicar-lhe que a saudade não era uma doença, mas depois da sua explicação, acabei por concordar com ela
Texto de
Bárbara Matias •
"Tenho saudades do tempo em que podia fazer tudo sozinha, em que sabia fazer tudo sozinha. Sobretudo, tenho saudades do tempo em que nunca estava sozinha. É uma doença que afecta principalmente as pessoas da minha idade. Tem cura, mas deve ser cara, porque ainda ninguém se curou dela! A viuvez é um dos sintomas, assim como o partir dos filhos para a cidade.
Os filhos por lá têm os netos e para cá pouco os trazem. Os que (ao contrário de mim) estão perto, ainda os ajudam a criar, mas depois a dor dobra. Perdem-se os filhos e os filhos dos filhos, que são nossos filhos a dobrar.
Vai-se piorando quando nos apercebemos de que eles só voltam no Natal e nos anos. E quando já se fizeram muitos (anos), nós deixamos de os contar e eles de se lembrar que os fizemos.
Depois, outras doenças, como a crise, entram na nossa casa e acabam por se alojar no nosso corpo.
O problema da crise é que ela entra em conflito com a medicação que até lá tomávamos e somos obrigados a parar. Ao parar os medicamentos, nós paramos.
Eu deixei de ir ver a Emília, que mora a duas casas da minha, que as pernas desistiram de se arrastar. Deixei de ver o Goucha e a Cristina, que a visão turvou. Deixei de me baixar para alimentar o bichano, que o chão fugia-me. Percebi, nessa altura, que a saudade atingira o seu pico.
Desde então, agarro-me às fotografias. Sei que pioram o meu estado, mas gosto de me lembrar de quem fui e do que tive. Não para quantificar o que perdi, mas para valorizar o que a vida me deu até aqui.
E estamos quase Natal, menina! O Natal está para a saudade como Agosto está para a crise. Acalmamos algo que vai voltar com mais força, quando já não temos forças para uma recaída. Triste é saber que, no final, vamos resistir a essa recaída e, ao resistir-lhe, resistimos mais um ano.
No meu caso, vou enganando a doença com mezinhas. Às vezes aparecem uns senhores de uma associação da terra cá em casa. Perguntam-me como estou, esperam para ouvir a resposta e sinto-me logo melhor. Mas à noite, à noite fico sozinha e a alma dói-me. O corpo não me preocupa. Escorre-me uma água salgada pelos olhos e isso, menina, isso já não me dói!"
Concordei. A saudade é uma doença dos nossos dias.
Saturday, 4 January 2014
La gente a menudo no es razonable, es ilógica y egoísta
![]() |
| http://sergiocarol.blogspot.pt/2011/11/la-gente-menudo-no-es-razonable-es.html |
“La gente a menudo no es razonable, es ilógica y egoísta; perdónalos
de todas formas. Si eres amable, la gente puede acusarte de egoísta o
tener intenciones ocultas; sé amable de todas formas. Si tienes éxito,
te ganarás algunos falsos amigos y algunos verdaderos enemigos; ten
éxito de todas formas. Si eres honesto y franco, la gente puede
engañarte; sé honesto y franco de todas formas. Lo que tú puedes estar
años construyendo, alguien podría destruirlo en una noche; construye de
todas formas. Si encuentras la serenidad y felicidad, la gente puede
sentir celos de ti; se feliz de todas formas. El bien que haces hoy, la
gente posiblemente lo olvidará mañana; haz el bien de todas formas. Da
al mundo lo mejor que tengas, e incluso podría no ser suficiente; da al
mundo lo mejor que tengas de todas formas. Sabes, en el análisis final,
se trata de algo entre Dios y tú; nunca entre tú y la gente de todas
formas.”
Madre Teresa de Calcutá
Tuesday, 31 December 2013
Año 2013
Último día del año. Dia de reflexionar sobre todo lo que pasó este año. Fue posiblemente el año más dificil para mí. Me he visto en situaciones muy complicadas pero también me ha dado algunas alegrias. He llorado mucho, sufrido mucho pero aprendí con todas esas lagrimas y todo ese sufrimiento. Perdí a gente que amaba en el camino y dejé de dar importancia a muchas cosas que estaban en mi vida que no eran importantes. Dejé de andar buscando amistad donde no la encontraba y me he dado la oportunidad de conocer a nueva gente que ahora puedo llamar amiga . No quiero que 2014 sea como este año así que hay muchas metas para el. 2014 te espero con mucha ansiedad porque hoy por hoy y a partir de hoy decido ser "the master of my ship". Feliz 2014 para todos.
Un deseo, Victor Hugo
![]() |
| http://farm4.static.flickr.com/3117/3194147927_4aae2c0d64_m.jpg |
Te deseo primero que ames,
y que amando, también seas amado.
Y que, de no ser así, seas breve en olvidar
y que después de olvidar, no guardes rencores.
Deseo, pues, que no sea así, pero que sí es,
sepas ser sin desesperar.
Te deseo también que tengas amigos,
y que, incluso malos e inconsecuentes
sean valientes y fieles, y que por lo menos
haya uno en quien confiar sin dudar.
Y porque la vida es así,
te deseo también que tengas enemigos.
Ni muchos ni pocos, en la medida exacta,
para que, algunas veces, te cuestiones
tus propias certezas. Y que entre ellos,
haya por lo menos uno que sea justo,
para que no te sientas demasiado seguro
Te deseo además que seas útil,
más no insustituible.
Y que en los momentos malos,
cuando no quede más nada,
esa utilidad sea suficiente
para mantenerte en pie.
Igualmente, te deseo que seas tolerante,
no con los que se equivocan poco,
porque eso es fácil, sino con los que
se equivocan mucho e irremediablemente,
y que haciendo buen uso de esa tolerancia,
sirvas de ejemplo a otros.
Te deseo que siendo joven no
madures demasiado de prisa,
y que ya maduro, no insistas en rejuvenecer,
y que siendo viejo no te dediques al desespero.
Porque cada edad tiene su placer
y su dolor y es necesario dejar
que fluyan entre nosotros.
Te deseo de paso que seas triste.
No todo el año, sino apenas un día.
Pero que en ese día descubras
que la risa diaria es buena, que la risa
habitual es sosa y la risa constante es malsana.
Te deseo que descubras,
con urgencia máxima, por encima
y a pesar de todo, que existen,
y que te rodean, seres oprimidos,
tratados con injusticia y personas infelices.
Te deseo que acaricies un gato,
alimentes a un pájaro y oigas a un jilguero
erguir triunfante su canto matinal,
porque de esta manera,
te sentirás bien por nada.
Deseo también que plantes una semilla,
por más minúscula que sea, y la
acompañes en su crecimiento,
para que descubras de cuántas vidas
está hecho un árbol.
Te deseo, además, que tengas dinero,
porque es necesario ser práctico,
Y que por lo menos una vez
por año pongas algo de ese
sólo para que quede claro
quién es el dueño de quién.
Te deseo también que ninguno
de tus defectos muera, pero que si
muere alguno, puedas llorar
sin lamentarte y sufrir sin sentirte culpable.
Te deseo por fin que, siendo hombre,
tengas una buena mujer, y que siendo
mujer, tengas un buen hombre,
mañana y al día siguiente, y que cuando
estén exhaustos y sonrientes,
hablen sobre amor para recomenzar.
Si todas estas cosas llegaran a pasar,
no tengo más nada que desearte.
Victor Hugo
Saturday, 21 December 2013
Encontros e despedidas - Maria Rita
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço,
venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Saturday, 14 December 2013
Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.
![]() |
| http://perguntasparvas.blogs.sapo.pt/97753.html |
"Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar
a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a
dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se
da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da
vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras
porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa
simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é
um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de
sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em
verso."
Fernando Pessoa, Livro do Desassossego
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